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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2017

AdmonicoesDo33ºDomingoDoTempoComumAnoA2017

 

 

Estamos a chegar ao fim da semana dos Seminários. É importante apercebermo-nos da necessidade de termos mais sacerdotes e que sejam santos. Só poderemos ter este desejo se colaborarmos através da nossa oração mas também através da nossa oferta: de meios de subsistência mas sobretudo dos nossos Filhos.

O Santo Padre Francisco instituiu este ano o Dia Mundial dos Pobres. É neste Domingo e será sempre no Domingo anterior à Festa de Cristo Rei.

Jesus convida-nos todos a sermos pobres para ganharmos o reino dos céus, mas não é para esta pobreza em espírito que foi instituído este dia.

É realmente para nos lembrarmos dos pobres, daqueles que gostariam de ter algo para comer e passam fome, gostariam de ter algo para vestir e têm frio, para aqueles que gostariam de ter paz e são obrigados a fugir.

A igreja, e cada um de nós, tem aqui um desafio a ir às periferias da nossa sociedade à procura deles e dar-lhes a mão. Por ventura não será tanto dar o peixe mas ensinar a pescar. Mas atenção: que seja sem segundas intenções,

Não é dando com uma mão para tirar com as duas…

 

1ªleitura: Livro dos Provérbios                                               Prov 31, 10 – 13. 19 – 20. 30 -31

 

Seja cada um de nós esta mulher virtuosa que abre as mãos ao pobre e estende os braços ao indigente.

Todos somos convidados hoje a cuidar desta casa comum em que vivemos e é no verdadeiro Temor ao Senhor que seremos louvados.

 

2ª leitura: da Carta aos Tessalonicenses                                 Tes 5, 1 – 6

 

Neste findar do ano litúrgico somos lembrados de que a nossa vida terrena é finita, não para ficarmos com medo mas para estarmos preparados.

Esta preparação é feita com as nossas acções para com os pobres e marginalizados. Não durmamos como os outros mas permaneçamos vigilantes e sóbrios.

 

 

3ª leitura: do Evangelho segundo S. Mateus               Mt 25, 14 15. 19 - 21

 

Os talentos são os dons que Deus dá a todos.

O Senhor dá o mesmo prémio tanto ao que ganhou pouco como ao que ganhou muito. O importante foi  o empenho com que se utilizou o talento: a valorização dos dons deve ser avaliada pelos beneficiários, por aqueles a quem servimos.

O castigo que o Senhor dá a quem esconde os talentos é o lançamento às trevas. Quem não se esforça no serviço aos outros e armazena apenas para si não é digno de agradecimento.

publicado por decordovanaturais às 17:12
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017

AdmonicoesDo32ºDomingoDoTempoComumAnoA2017

 

Tanto os bombeiros como os escuteiros aprendem a estar sempre preparados.

Este lema de vida exige uma vigilância permanente, um Alerta constante a tudo o que se passa à volta para que seja possível prontidão na resposta pedida.

As leituras deste 32º Domingo desenvolvem esta temática. Há que estar vigilante. Na nossa vida social mas também, e sobretudo, na nossa vida intima. A qualquer momento Deus nos pode chamar.

Possamos dizer com o salmista: A minha alma tem sede de Vós, Senhor.

 

1ª leitura: do Livro da Sabedoria                                                        Sab 6, 12 – 16

É a Sabedoria que nos ensina como devemos estar vigilantes.

Ela quer encontrar-se connosco. Queremos nós procurá- la?

 

2ª leitura: da primeira Epístola de S. Paulo aos Tessalonicenses                    1 Tes 4, 13 – 18

Se de verdade acreditamos em Jesus não temeremos a morte.

O Senhor ressuscitou e seguindo-O, Ele nos ressuscitará também.

 

3ª leitura: do Evangelho segundo S. Mateus                                      Mt 25, 1 – 13

É bem conhecida a parábola das 10 virgens. No entanto por vezes não fazemos caso e esquecemos a advertência que nos é dirigida.

Estaremos sempre preparados para o chamamento do Senhor? É que não sabemos o dia nem a hora…

Tenhamos o alforge cheio de boas obras para não ouvirmos Deus dizer que não nos conhece.

publicado por decordovanaturais às 22:30
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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017

AdmonicoesDo31ºDomingoDoTempoComumAnoA2017

 

A Igreja de Évora será enriquecida amanhã com a ordenação de dois novos presbíteros. Peçamos ao Senhor que os abençoe e que os faça santos.

É que a catequese do mundo é diferente (e muitas vezes antagónica) da vontade de Deus. E mesmo na igreja por vezes segue-se aquela.

Todos são desafiados na sociedade a conquistar os melhores lugares, a ter o máximo prestigio, a ganhar o maior salário, e o resultado que se vê nos jornais é corrupção, desprezo pelos pobres e marginalizados, crimes de colarinho engomado que tantas vezes passam sem qualquer beliscadura dos tribunais. No entanto sabemos que os juízos de Deus são severos para estes que se servem em vez de servirem.

As leituras de hoje fazem-nos um convite à humildade e à compreensão de que para nos vermos uns aos outros devemos olhar na horizontal e não na vertical. Não podemos fazer distinções pelo estatuto pois todos somos irmãos. Peçamos então a Deus que nos guarde junto de Si, na Sua Paz.

 

1ª leitura: da Profecia de Malaquias                                       Mal 1, 14b – 2,2b. 8 -10

É dura a palavra que o profeta dirige aos sacerdotes que se considerem tanto acima do povo.

O respeito, a transparência e a simplicidade fazem a diferença entre um sacerdote que quer servir o Senhor e dá um bom exemplo servindo os irmãos, de outro que se quer servir do seu ministério para ser bajulado.

Será que nós respeitamos os que trabalham connosco, os nossos subordinados ou pensaremos que somos mais importantes?

 

2ª leitura: da 1ª Epístola de S. Paulo aos Tessalonicenses      1 Tes 2, 7b – 9. 13

São Paulo agradece à Igreja de Tessalónica por ter acolhido a palavra do Evangelho.

Foi pelo exemplo de Servir demonstrado ao longo da pregação que aquele povo viu não ser uma palavra humana mas vinda de Deus.

Quantas vezes não temos a tentação de aproveitarmos benesses e favores?

 

3ª leitura: do Evangelho segundo S. Mateus                           Mt 23, 1 – 12

Jesus denuncia aqueles que são ávidos de poder, e dão pesados fardos aos outros.

Convida ao testemunho do exemplo e não da palavra oca; convida à humildade e não à arrogância; convida à solidariedade e não à prepotência.

publicado por decordovanaturais às 22:20
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Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017

AdmonicoesDo30ºDomingoDoTempoComumAnoA2017

 

 

O relatório bianual da AIS sobre os cristãos oprimidos por causa da sua fé tem um título deveras acutilante: “Perseguidos e Esquecidos?”

As leituras deste Domingo poderiam estar em sintonia com este relatório no que se refere ao termo «Perseguidos». O amor que devemos a Deus deve-se reflectir no amor aos outros, aos nossos familiares, amigos, vizinhos, mesmo aos estrangeiros e até aos nossos inimigos. A Igreja ensina-nos a não sermos perseguidores…

Mas somos também interpelados directamente pelo termo «Esquecidos» pois não nos apercebemos deste problema dramático longínquo no espaço e apagado pelos meios de comunicação social.

A Justiça de Deus interpela-nos a tomarmos consciência e a dar-lhe resposta: Não podemos calar!

Peçamos ao Senhor para que os cristãos não sejam perseguidos lá, mas peçamos também coragem para que a sua cruz e o seu drama não sejam esquecidos cá. Não podemos calar!

Se de facto dizemos a Deus que O amamos, sejamos voz dos que não têm voz.

 

1ªleitura: do Livro do Êxodo                                                              Ex 22, 20 – 26

A mensagem que o Senhor nos quer transmitir hoje para nos advertir quando prejudicamos o pobre e o fraco que moram perto de nós é ampliada de modo a não ficarmos alheios aos perseguidos que sofrem, mesmo que longe de nós.

 

2ª leitura: da 1ª Epístola de S. Paulo aos Tessalonicenses                  1Tes 1, 5c – 10

São Paulo convoca-nos para, tal como os tessalonicenses que foram testemunhas do Amor de Deus, denunciar a perseguição aos cristãos e para ajudarmos na reabilitação das suas comunidades.

Assim Jesus nos livrará da ira que há-de vir.

 

3ª leitura: do Evangelho segundo S. Mateus                                      Mt 22, 34 – 40

Amar a Deus com todo o coração e amar o próximo como a nós mesmos são dois mandamentos que resumem toda Lei e os Profetas.

Hoje o amor ao próximo não se pode resumir àquele que mora na porta ao lado da nossa mas também àquele que sofre a milhares de quilómetros.

Não os esqueçamos!

publicado por decordovanaturais às 17:10
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Sábado, 21 de Outubro de 2017

AdmonicoesDo29ºDomingo do Tempo ComumAnoA2017

 

Ontem à noite centenas de pessoas em Évora foram escutar seis oradores que falaram sobre o que os faz correr.

Cada um deles tem corrido à sua maneira mas todos foram claros ao dizerem que corriam com Deus. Uma jornalista, um maratonista, um padre, um casal, uma enfermeira e um, que de modo engraçado perguntava se não se tinham enganado no convite pois «como pode correr um tetraplégico?»

O Prelado, no final, dizia que o que o faz correr a si, é o estar parado, a sós, com Deus. Os carros de corrida não param também na box para reabastecer?

O que nos faz correr? As leituras de hoje vão dar-nos pistas concretas. Será que colocamos o Senhor como meta e como fim a alcançar? Aclamai a glória e o poder do Senhor.

 

1ª leitura: do Livro de Isaías                                                  Is 45, 1. 4-6    

Ciro era pagão, não conhecia o Senhor. Mas foi o escolhido para libertar o povo de Israel e ser um sinal do poder de Deus.

Peçamos a graça de que os governantes do mundo sejam iluminados a fim de serem garantes de Paz.

 

2ª leitura: da 1ª Epístola de S. Paulo aos Tessalonicenses      1Tes 1, 1 – 5b

São Paulo elogia a igreja de Salónica por transmitir aos seus membros razões fortes para poderem correr, como escolhidos de Deus.

Não são as palavras mas antes as obras que dão testemunho destas provas realizadas e vencidas por acção do Espírito Santo.

 

3ª leitura: do Evangelho segundo S. Mateus                           Mt 22, 15 – 21

Jesus ensina-nos como é importante a transparência nas nossas relações.

As mentiras e as intrigas são facilmente descobertas.

O cristão deve ser um cidadão exemplar mas sem medo de testemunhar a Deus na sua vida.

Na verdade, dai a César o que é de César mas a Deus o que é de Deus.

publicado por decordovanaturais às 14:37
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Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017

AdmonicoesDo28ºDomingoDoTempoComumAnoA2017

 

 

Neste Domingo os textos bíblicos trazem-nos um convite de Deus para um banquete.

Há sempre um motivo para se festejar e juntar os amigos à volta. O Senhor quer obsequiar-nos porque nos ama.

Não é a muita ou pouca comida que fazem a festa mas sim a disposição dos convidados em manifestarem a sua alegria.

Há quem se sinta desinteressado em participar nestes eventos, ou porque não os satisfazem, não concordam com o motivo, ou ainda porque entendem que têm coisas mais importantes na agenda. Há também quem, entre os convidados, se ache tão superior que não se queira misturar com os restantes participantes.

Um convite requer sempre uma resposta: “Habitarei para sempre na Casa do Senhor”.

 

1ª leitura: do Livro de Isaías                                       Is 25, 6 – 10ª

 

O Senhor promete um banquete para que todos os povos se sintam felizes à Sua volta.

Este monte onde se celebra a festa é a Igreja.

Mesmo em momentos de aflição e de angústia é importante escutar este convite repleto de Esperança e de Paz.

 

2ª leitura: da Epístola de S. Paulo aos Filipenses                    Fil 4, 12 – 14. 19 -20

 

São Paulo ensina-nos que podemos ser tão felizes em momentos de tristeza, de pobreza ou de aflição como em momentos de festa, de abundância ou de bem-estar. Basta a certeza de que Jesus nos ama e nos conforta.

O pobre não é quem não tem nada mas sim o que não quer repartir o que tem.

 

3ª leitura: do Evangelho segundo S. Mateus               Mt 22, 1 – 14

 

Este convite que Jesus nos apresenta na parábola é recebido por imensas, por todas as pessoas. Mas nem todos o aceitam.

Há mil e uma desculpas para desprezar ou rejeitar: cada qual, seu pecado…

Dos poucos que aceitam o convite uns seriam maus e outros bons. Mas entraram na festa.

Apenas um não quis vestir o trajo nupcial oferecido pelo que foi tirado fora.

Só a humildade compreende que muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos.

publicado por decordovanaturais às 16:15
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Sábado, 7 de Outubro de 2017

AdmonicoesDo27ºDomingoDoTempoComumAnoA2017

A Igreja comemora a 7 de Outubro a vitória dos Cristãos na batalha de Lepanto com a memória de Nª Sª do Rosário.

Foi a reza do terço que deu ânimo aos cristãos daquele tempo e poderá ser hoje o instrumento ideal nesta conturbada sociedade em que vivemos.

Neste 27º Domingo do tempo comum os textos apresentados referem-se à vinha do Senhor, ao povo de Deus, à Igreja, mas falam-nos também de homens que se querem substituir ao próprio Deus como senhores da vinha.

Temos de estar conscientes e alerta para este perigo pois sabemos quão importante é respondermos ao Amor de Deus para nós com o nosso amor para com Deus.

 

1ª leitura: do Livro de Isaías                                                               Is 5, 1 -7

Apesar do carinho daquele agricultor para com a Sua vinha os frutos recolhidos não prestavam.

Também nós, muitas vezes não correspondemos com as obras que o Senhor espera e o resultado não pode ser bom.

 

2ª leitura: da Epístola de S. Paulo aos Filipenses                                            Filip 4, 6, 9

O cristão consegue viver no meio dos pagãos se tiver a humildade perante Deus como seu criador e com a consciência de cumprir a Sua Lei, mesmo que de forma discreta mas sincera.

 

3ª leitura: do Evangelho segundo S. Mateus               Mt 21, 33 – 43

Aqueles príncipes dos sacerdotes souberam responder acertadamente a Jesus mas não se aperceberam do seu próprio papel no mundo.

Eles estavam retratados tão fielmente naquela parábola e não a compreenderam.

Não se passará tanta vez o mesmo connosco?

publicado por decordovanaturais às 21:28
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Sexta-feira, 29 de Setembro de 2017

AdmonicoesDo26ºDomingoDoTempoComumAnoA2017

 

Todos nós somos chamados permanentemente a fazer escolhas.

De um modo muito concreto lembramos a responsabilidade de eleger os órgãos autárquicos através do nosso voto colocado na urna este Domingo.

A participação no Reino de Deus também exige a nossa escolha firme e constante, não só de boca e mão no peito, mas através da nossa mão sempre estendida para o irmão que precisa de nós. Requer um sentimento de partilha e não de egoísmo, colaborando realmente com o Senhor, fazendo a Sua vontade e não seguindo a nossa comodidade.

Que o Senhor nos mostre sempre os Seus Caminhos e nos guie pela Sua Vereda.

 

1ª leitura: da Profecia de Ezequiel                                 Ez 18, 25 – 28

Queremos muitas vezes ajuizar da Justiça de Deus com óculos míopes e mesquinhos.

O profeta é duro ao afirmar que o justo que se afastar da justiça morrerá mas dá-nos esperança ao anunciar que o pecador que se afastar do mal viverá.

Não é um ‘estatuto’ de santidade que nos salva mas será uma constante procura para fugir do mal.

 

2ª leitura: da Epístola de S. Paulo aos Filipenses             Fil 2, 1 -5

Se cada um de nós tomar a peito este desafio de S. Paulo para termos os mesmos sentimentos que havia em Jesus Cristo, então construiremos um mundo novo, sem rivalidades.

É no esvaziamento de nós próprios que nos poderemos encher de Deus.

 

3ª leitura: do Evangelho segundo S. Mateus                   Mt 21, 28 -32

Um dos filhos diz que não vai para a vinha mas num ressoar de consciência, apercebendo-se da responsabilidade, vai mesmo trabalhar;

O outro, prometendo de boca que ia, depressa esqueceu o compromisso e vai atrás do prazer, pecando.

Quantas vezes não estive eu já nesta situação de escolha?

publicado por decordovanaturais às 22:58
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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017

AdmonicoesDo25ºDomingoDoTempo ComumAnoA2017

 

Por vezes pode-nos parecer que o Senhor não é justo.

Esta ideia está baseada numa falácia muito simples pois os Seus juízos são diferentes dos juízos dos homens. O Seu pensamento está acima do que podemos imaginar.

Para Deus não há tempo e em cada momento Ele quer amar a cada um de nós e deseja receber o nosso amor.

 

1ª leitura: do Livro do Profeta Isaías                                      Is 55, 6 – 9

Quando o profeta nos convida a invocar o Senhor enquanto está perto não quer dizer que Ele vai partir para longe de nós, mas chama-nos a perceber que a nossa instabilidade nos leva muitas vezes a esquecer o Seu Amor e a Sua Generosidade. Somos nós que nos afastamos e não Ele.

 

2ª leitura: da Epístola de S. Paulo aos Filipenses                                Filip 1, 20C- 24. 27ª

Paulo não receia a morte e até a deseja, como meio de se encontrar com Jesus, mas compreende que poderá ainda fazer muita falta enquanto vivo, para continuar a anunciar o Evangelho.

E nós? Teremos medo de morrer?

 

3ª leitura: Evangelho segundo S. Mateus                                Mt 10, 1 – 16a

Este senhor de que nos fala a parábola não ganhou o euromilhões para espalhar notas pelo caminho mas sabe que todos aqueles trabalhadores têm de dar de comer aos filhos e por isso quer ser generoso com todos.

É uma justiça difícil de perceber nesta sociedade por vezes tão mesquinha e que vive de comparações.

 

publicado por decordovanaturais às 23:26
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Sábado, 16 de Setembro de 2017

AdmoniçõesDo24ºDomingoDoTempoComumAnoA2017

 

Deus está sempre pronto a perdoar desde que estejamos verdadeiramente dispostos a emendar a nossa vida de pecado.

A contrição é a única chave para alcançar a misericórdia divina.

Pedimos, ao rezar o Pai Nosso, para que Ele nos perdoe os nossos pecados assim como perdoamos a quem nos tem ofendido. É justo que se utilize a mesma medida, seja para perdoar, seja para ser perdoado. No entanto esquecemo-nos demasiadas vezes desta comparação e ficamos muito zangados com a justiça de Deus.

O Senhor é clemente e compassivo, paciente e cheio de bondade. Peçamos-Lhe um coração parecido ao Seu, no trato com os irmãos.

 

1ªleitura: do Livro de Ben-Sirá                                               Sir 23, 33 – 28, 9

Na recente visita do Papa à Colômbia foi pedido a todos para esquecer ódios e rancores. É que a palavra do profeta é bastante actual e precisamos de a compreender e pôr em prática.

 

2ª leitura: da Epístola de S. Paulo aos Romanos                     Rom 14, 7 – 9

Temos em nós mais que uma mera vida carnal.

O Senhor Jesus é a nossa força e salvação que nos ampara e sustenta.

Não julguemos os outros nem demos azo a que os outros nos julguem, apoiando-nos na Sua misericórdia.

 

3ª leitura: do Evangelho segundo S. Mateus               Mt 18, 21 – 35

É fácil para quem vive em paz escutar esta palavra de Jesus.

O Senhor ao dizer-nos para perdoarmos sempre e ao transmitir esta mensagem da parábola quer encorajar-nos a estender as mãos para todos os irmãos, mesmo para aqueles a quem não amamos segundo a lógica social.

O Perdão é a vara dos fortes enquanto a ira é a arma dos fracos.

 

 

publicado por decordovanaturais às 11:11
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