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Quinta-feira, 17 de Outubro de 2019

O enfoque da Esperança

 

Hoje em dia há quem procure encontrar maneiras técnicas ou científicas de aumentar a produtividade que lhe dê mais rendimentos, traduzíveis em felicidade acrescentada, e no sucesso profissional.

Tendo a felicidade como visão a alcançar, buscam-se estratégias que aumentem a eficácia/ eficiência numa perspectiva de rentabilidade. Estas medidas a tomar são por vezes duras de manter pois não são meras jogadas no xadrez da vida mas se prolongam ao longo de todo o jogo numa constante atenção para ganhar ou de não deixar comer as suas peças.

Não se tratando de meros momentos críticos mas da manutenção permanente do estado de alerta, exige um foco constante nos ganhos e perdas, nas vantagens e desvantagens, sendo um planeamento com princípio meio e fim, activo e evolutivo. Sim, pois o jogo tem parceiros e adversários, em que haverá certamente ganhadores e perdedores.

Para tanta dificuldade procuram-se curandeiros destes problemas que se podem designar por mestres, gurus, treinadores, ou, modernamente, coaches a quem se entrega a direcção intelectual da maneira de viver.

Com o enfoque permanentemente virado para o proveito próprio é fácil um desgaste acelerado e crescente, seja em termos físicos, psicológicos ou emocionais. Para combater estas dificuldades receita-se descanso, hidratação e esvaziamento do espírito dos problemas exteriores à meta desejada. E nesse sentido aconselha-se o dormir tempo suficiente e fazer meditação. É possível treinar estas medidas mas com o stress constante aprofunda-se consequentemente uma tristeza e apatia que vão cavando emoções e estados de alma, levando a momentos frequentes de irritação fácil. A solução passa então por recorrer a medicamentos que muitas vezes criam dependência e efeitos colaterais.

Uma imagem tão negra ou esfumada tem origem no esquecimento ou fuga do verdadeiramente espiritual. A vontade de se sentir independente de um Ser superior/ divino leva a tentar resolver todos os problemas deste modo tecnicista para esquecer que somos criaturas frágeis, limitadas, mas amadas por Deus. Assim, basta ter uma centelha de fé para, com a oração se ganhar força, e no louvor ao Criador se encontrar um sentido de felicidade e de esperança que não se consegue apenas apoiado na sua própria força.

Compreendo que o homem de hoje tem pela frente uma concorrência na sua actividade profissional diferente do que a que tinha há uns anos atrás. Necessita de se preparar para as avaliações constantes a que está sujeito e daí todos estes exercícios que o ajudem a mostrar boas performances. Mas se juntar a esse esforço intelectual o dom da simplicidade, da humildade e deste sentimento de ser criatura amada por Deus, ganhará certamente a paz de espírito, mãe da alegria e da felicidade plena.

Poderemos não ser os melhores, os mais dotados, mas poderemos ser os mais disponíveis, os mais abertos aos outros, que tenham como norma não pensar na concorrência mas na colaboração, não pensar apenas no seu próprio proveito mas no da sociedade.

Ganhemos a esperança de alcançar a verdadeira Felicidade.

publicado por decordovanaturais às 22:33
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Segunda-feira, 30 de Setembro de 2019

Festa dos Arcanjos S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael

Festa dos Arcanjos S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael

 

Tendo ontem a Igreja celebrado a festa dos Arcanjos, bom será que foquemos um pouco na importância destas criaturas na nossa vida. E com S. Jerónimo aprendamos a perscrutar as Escrituras.

A palavra Anjo não designa uma natureza mas uma função, um ofício – mensageiro ou representante de Deus. No §332 o Catecismo da Igreja Católica diz:” Ei-los, desde a criação e ao longo de toda a história de salvação, anunciando de longe ou de perto esta mesma salvação, e postos ao serviço do plano divino da sua realização: eles fecham o paraíso terrestre, protegem Lot, salvam Agar e seu filho, detêm a mão de Abraão; pelo seu ministério é comunicada a Lei, são eles que conduzem o povo de Deus, eles que anunciam nascimentos e vocações, eles que assistem os profetas…”

= Tem anjos voando neste lugar=

Proponho então que nos fixemos em 5 passagens das Escrituras onde se realça a importância destes Servos de Deus na vida dos homens. Peçamos ao Espírito Santo que nos abra o coração pª entendermos mais esta graça protectora.

1º Momento: “ Então disseram aqueles homens a Lot: Tens alguém mais aqui? Teu genro, e teus filhos, e tuas filhas, e todos quantos tens nesta cidade, tira-os fora daqui; Porque nós vamos destruir este lugar, pois o seu clamor tem aumentado diante da face do Senhor, e o Senhor nos enviou a destruí-lo.

Então Lot saiu, e falou a seus genros, aos que haviam de tomar as suas filhas, e disse: Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há-de destruir a cidade. Foi tido porém por zombador aos olhos de seus genros. E ao amanhecer os anjos apertaram com Lot, dizendo: Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas que aqui estão, para que não pereças na injustiça desta cidade. Ele, porém, demorava-se, e aqueles homens pegaram-lhe pela mão, e pela mão de sua mulher e de suas duas filhas, sendo-lhe o Senhor misericordioso, e tiraram-no, e puseram-no fora da cidade. E aconteceu que, tirando-os fora, disse: Escapa-te por tua vida; não olhes para trás de ti, e não pares em toda esta campina; foge para o monte, para que não pereças. E Lot disse-lhe: Não, Senhor, peço-te! Achei graça aos teus olhos, pois demonstrastes a tua imensa generosidade para comigo, conservando-me a vida; mas eu não posso fugir até ao monte, pois a destruição atingir-me-á antes. Há uma pequena cidade perto daqui, para a qual poderei fugir. Permite que eu vá para lá… e é pequena…; E disse-lhe: Concedo-te ainda este favor de não destruir aquela cidade, de que falaste; Apressa-te, escapa-te para ali; porque nada poderei fazer, enquanto não tiveres lá chegado. Por isso deram àquela cidade o nome da Çoar.( Genesis 19:12-22)

 

=a Misericórdia prevalece sobre a Justiça=

 

Lembramo-nos da intercessão que entretanto Abraão teve com o Senhor para não destruir a cidade por causa dos justos que lá habitavam. 50 – 45 – 40 – 30 – 20 - 10 E sempre a resposta foi: não destruirei a cidade em atenção a esses justos… Mas não os havia… Só Lot, sua Mulher e suas Filhas, por isso os anjos os retiraram antes da destruição.

Rezemos pelos refugiados e pelas vítimas das opressões do mundo. Agradeçamos ao Senhor pela proximidade que tem para connosco, aceitando os nossos pedidos e pela misericórdia que manifesta e suplanta a justiça.

1º mistério

 

2º Momento: “Tendo ficado só, alguém lutou com Jacob até ao romper da aurora. Vendo que não poderia vencê-lo, comprimiu a articulação do quadril de Jacob e a coxa se deslocou enquanto lutava com ele.  “Deixa-me ir, disse-lhe ele, pois está amanhecendo!”.

Jacob, porém, respondeu: “Não te deixarei ir enquanto não me abençoares”. “Qual é teu nome?”, perguntou-lhe. “Jacob”, respondeu ele. “Teu nome não será mais Jacob, replicou-lhe, mas Israel, porque combateste contra um ser celeste e permaneceste forte”. “Por favor, diga-me qual é seu nome”, disse Jacob. “Porque perguntas o meu nome?”, respondeu ele. E então abençoou-o.

Jacob chamou àquele lugar Peniel, “porque vi um ser divino face a face e conservei a vida”. O sol estava nascendo quando Jacob partiu de Peniel, mancando por causa do quadril deslocado.  (Gn 32, 24 -31)

 

 

Nas horas difíceis também nós muitas vezes temos vontade de lutar com Deus, umas vezes por causa dos nossos medos, dúvidas ou anseios e outras por não querermos escutar o que o Senhor nos diz. Jacob mudou de nome porque permaneceu firme; tantas vezes que nós desistimos ao primeiro problema.

Rezemos pela Vocações, de um modo especial, por aquelas que estão em risco de se perderem.

=2º mistério=

 

 

 

3º Momento: “1Quando terminou a festa de casamento, Tobite chamou Tobias e disse: «Filho, não te esqueças de pagar ao homem que foi contigo. Além do que tínhamos combinado, vamos dar-lhe uma gratificação.» 2Tobias respondeu: «Pai, quanto é que devo pagar? Mesmo que lhe desse metade de tudo o que trouxe, eu não perderia nada. 3Ele trouxe-me de volta para casa são e salvo, curou a minha mulher; ajudou-me a trazer o dinheiro e ainda por cima te curou. Que posso eu dar-lhe como gratificação?»  4Tobite disse: «Meu filho, ele merece metade de tudo o que vocês trouxeram.» 5 Tobias chamou então Rafael e disse: «Aceita como pagamento metade de tudo o que trouxemos e vai em paz.» 6 Então Rafael chamou os dois e falou com eles em particular: «Louvem a Deus e, na presença de todos, contem todas as coisas boas que Deus fez por vós, a fim de que todos agradeçam a Deus e louvem o seu nome. Honrem a Deus e digam a todos o que ele tem feito. Nunca deixem de o louvar. 7É bom que os segredos do rei sejam guardados, mas o que Deus fez deve ser anunciado abertamente. Façam o que é bom e não sofrerão nenhum mal. 8Orar com sinceridade, dar esmolas e viver uma vida correcta é melhor do que ficar rico desonestamente. É melhor dar esmolas do que juntar riquezas. 9Pois quem dá esmolas fica livre da morte, e todos os seus pecados são perdoados. Os que dão esmolas terão uma vida abençoada, 10 mas os que cometem pecados e maldades são os seus próprios inimigos. 11Eu já vos disse que é bom que os segredos do rei sejam guardados, mas que devemos honrar a Deus e declarar abertamente tudo o que ele faz. Agora, portanto, vou contar-vos toda a verdade; não vou esconder nada. 12Tobias, quando tu e Sara oraram, fui eu que levei as vossas orações até à presença gloriosa do Senhor. Fiz a mesma coisa, Tobite, quando tu enterravas os mortos. 13Naquele dia em que, sem pensares duas vezes, te levantaste da mesa, saíste sem comer nada e foste enterrar o morto, Deus enviou-me para te pôr à prova. 14Mas ele enviou-me também para te curar e a Sara, a tua nora. 15Eu sou Rafael, um dos sete anjos que estão ao serviço de Deus, o Senhor, e que têm o direito de entrar na sua presença gloriosa.» 16Tobite e Tobias ficaram assustados e, com muito medo, ajoelharam-se e encostaram o rosto ao chão. 17E Rafael disse: «Não tenham medo; fiquem em paz e deem sempre graças a Deus. 18Eu estive convosco porque ele mandou, e não por minha própria vontade. Portanto, louvem a Deus todos os dias e cantem-lhe hinos de adoração.”(Tob 12, 1 – 18)

= hino de adoração e acção de graças=

 

É linda esta passagem da escritura que relata o que Deus faz com os justos. A única retribuição só pode ser o louvor permanente ao Senhor por tudo quanto faz por nós. Não tenhamos vergonha de proclamar com voz forte e clara as maravilhas do Altíssimo. Algumas vezes somos nós chamados a sermos anjos de outros que caminham connosco. Saibamos responder como Rafael: 18Eu estive convosco porque ele mandou, e não por minha própria vontade. Demos também graças, com muita humildade, por podermos ser estes braços de Deus.

=3º mistério=

 

4º Momento: “26Quando Isabel estava grávida de seis meses, Deus mandou o anjo Gabriel a Nazaré, na província da Galileia, 27para falar com uma virgem chamada Maria que estava noiva de José, descendente do rei David. 28O anjo aproximou-se dela e disse-lhe: «Eu te saúdo, ó cheia de Graça. O Senhor está contigo.» 29Maria ficou perturbada com estas palavras e perguntava a si própria o que queria dizer aquela saudação. 30Então o anjo continuou: «Não tenhas medo, Maria, pois foste abençoada por Deus. 31Ficarás grávida e terás um filho, a quem vais pôr o nome de Jesus. 32Ele será grande e será chamado o Filho do Deus altíssimo. O Senhor Deus lhe dará o trono do seu antepassado David. 33Governará para sempre os descendentes de Jacob e o seu reinado não terá fim.»

34Maria perguntou então ao anjo: «Como é que isso pode ser, se eu não conheço homem?» 35O anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo descerá sobre ti e o poder do Deus altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso, o que vai nascer é santo e será chamado Filho de Deus. 36Também a tua parente Isabel vai ter um filho, apesar da sua muita idade. Dizia-se que era estéril, mas já está no sexto mês. 37É que para Deus não há nada impossível.» 38Maria disse então: «Eu sou a serva do Senhor. Cumpra-se em mim a tua palavra.» E o anjo retirou-se.” Lc 1, 26 -38)

= Magnificat=

 

Terá sido esta a notícia mais importante dada aos homens, através de Maria. Mais que uma notícia é um convite que pode, ou não, ser aceite. O Fiat de Maria é também ele um desafio para cada um de nós A imitarmos na confiança posta no Senhor. E, como Ela, absorvamos a alegria e a simplicidade de Maria no seu canto o Magnificat.

 

 

5º Momento: “4No decurso de uma refeição que partilhava com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem lá o Prometido do Pai, «do qual - disse Ele - me ouvistes falar. 5João baptizava em água, mas, dentro de pouco tempo, vós sereis baptizados no Espírito Santo.»

6Estavam todos reunidos, quando lhe perguntaram: «Senhor, é agora que vais restaurar o Reino de Israel?» 7Respondeu-lhes: «Não vos compete saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou com a sua autoridade. 8Mas ides receber uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, por toda a Judeia e Samaria e até aos confins do mundo.»

9Dito isto, elevou-se à vista deles e uma nuvem subtraiu-o a seus olhos. 10E como estavam com os olhos fixos no céu, para onde Jesus se afastava, surgiram de repente dois homens vestidos de branco, 11que lhes disseram: «Homens da Galileia, porque estais assim a olhar para o céu? Esse Jesus que vos foi arrebatado para o Céu virá da mesma maneira, como agora o vistes partir para o Céu.»” (Act 1, 4 – 11)

=Não fiqueis tristes=

 

Não fiqueis tristes, Eu vou partir: Eu vou partir, mas voltarei. (2x)

 1. Vou preparar-vos um lugar! Não fiqueis tristes, tende fé!

2. Vou enviar-vos o Espírito, que vos dará toda a verdade.

 3. Sereis as minhas testemunhas, para que todos me conheçam.

4. Anunciai a Boa Nova! Vou para o Pai que me enviou.

 5. Ficarei sempre ao vosso lado: onde estiverdes, Eu estou!

6. Hão-de expulsar-vos das cidades; por minha causa sofrereis.

Uma promessa de Jesus - ides receber uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, por toda a Judeia e Samaria e até aos confins do mundo, e uma pergunta com resposta - porque estais assim a olhar para o céu? Resta-nos pois, com júbilo, anunciar aos homens que Jesus está Vivo. Maranatáh! Vinde, Senhor Jesus!

publicado por decordovanaturais às 17:14
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Terça-feira, 9 de Julho de 2019

A Relva

A linda relva verdinha

Sempre toda bonitinha

Precisa de muito sol

E de chuva miudinha.

 

E esta vaca pastosa

Que é sempre tão gulosa

Come a relva toda, toda,

E fica muito amorosa.

 

O bezerrinho mamão

Com toda a sua atenção

Salta e brinca pelo campo

Um pouco longe do cão.

 

E a cerca altaneira

Coberta com a videira

Dá grandes cachos de uva

Que é delícia verdadeira.

 

Benedicta Goarmon

publicado por decordovanaturais às 11:49
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Quarta-feira, 19 de Junho de 2019

Umas quadras aos santos populares

Há santos bem populares

Lembrando dias de festa.

Vamos todos em regabofe

E esquecemos a sua gesta.

 

Passaram por privações

Numa vida dada a Deus.

Somos nós uns foliões:

Mais parecemos saduceus!

 

Na boa sardinh’ assada,

Nas farturas e bifanas,

Vai-se a crença no santinho,

Fica tudo de pantanas:

 

O bife pede cerveja,

A sardinhada, vinho tinto;

Com café vem o bagaço,

O licor com bolo finto.

 

Quando a festa em lua cheia

Logo temos bailarico.

Toca o harmónio em repique

E começa o namorico.

 

Talvez o Santo nos lembre

De rever a nossa Vida

Com a prece e devoção

De uma alma bem sentida.

 

                                      19Jun2019

publicado por decordovanaturais às 15:36
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2019

Serei eu simples momento?

O homem só é grande quando consegue sentir-se pequeno face a Deus.

Esta sua pequenez pode ser medida pela intensidade da sua busca do Senhor e, normalmente, faz-se pela oração.

A oração pode ser de muitos modos: pela admiração das obras divinas na criação: pela visão de belas paisagens, ou na escuridão da nossa solidão; na audição de belas melodias, ou mesmo no silêncio de alguns momentos; no doce e no acre ou no macio e no agreste da nossa vida… Em tudo podemos sentir o odor de Deus mais ou menos longe de nós – conforme a nossa vontade de O encontrar.

Eu não sei rezar. Tento, às vezes, dizer-Lhe muitas coisas mas pouco tempo Lhe dou na escuta da Sua voz. Não Lhe dou tempo de antena por o gastar eu totalmente.

Por vezes preciso de parar e ver que tenho de me organizar. Mesmo nestes raros e curtos momentos que Lhe reservo. Dou muitas vezes comigo a distrair-me enquanto vou rezando maquinalmente… Será que o Senhor, mesmo assim, aceita esta minha intensão de estar com Ele?

Terei de fazer um esforço para cortar estas distracções logo no início, para me focar naquilo que pretendo fazer - ouvir o que Deus me quer dizer. Para isso preciso da Sua ajuda.

Senhor,

Que queres de mim?

Que eu queira ser mais do que parecer

Uma testemunha fiel do Teu Amor:

-na Família,

-no Trabalho,

-na Sociedade;

Um exemplo na acção, na dinamização e na exigência de uma Responsabilidade Social sincera e necessária.

Amen.

publicado por decordovanaturais às 12:43
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Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2019

Santa Sofia

Perguntava-me a minha Neta Francisca quem era Santa Sofia e eu, na ignorância 'chutei para o lado'.

Não sabia mas vou agora dizer pois fiquei maravilhado com o que descobri:

Terá vivido no princípio do século II e faleceu cerca do ano 130, quando Antíoco era Perfeito de Roma.Muito nova conheceu o Cristianismo que abraçou e testemunhou ao longo da vida.

Casou e teve três filhas que foram batizadas com os nomes de Fé, Esperança e Caridade. Seu Marido faleceu e ela teve de criar e educar as filhas sozinha.

Com as perseguições, queriam que ela abjurasse da sua fé pois era uma pessoa muito considerada na comunidade cristã. Como não a demoviam, resolveram torturar as Filhas à sua frente para a vergarem mas em vez disso os carrascos assistiram a uma Mãe que encorajou as Filhas a aceitarem as dores e oferecerem-se a Deus com alegria. Por isso todas três, como ela, são santas.

Os carrascos não a quizeram matar para a verem sofrer com saudades e remorsos das filhas mas ao invés, ela continuou encorajando outros cristãos a não desanimarem perante a morte. Tiraram-lhe todos os bens mas mesmo assim continuou dando um testemunho tal que largas centenas de pagãos se converteram pela sua fé inabalável, alicerçada no trabalho, na oração e no jejum.

Já idosa terá falecido silenciosamente junto à campa das Filhas e onde foi também sepultada.

Muitos milagres e curas de feridas na pele se devem à sua intercessão, tanto que estas Santas são veneradas desde os primórdios do Cristianismo, principalmente no Oriente e a maior basílica de Constantinopla era dedicada a Santa Sofia - Hagia Sofia - que quer dizer a Sabedoria de Deus. 

Tantas vezes que eu me envergonho de dar testemunho da minha fé...

Admiro a coragem dos cristãos perseguidos ainda hoje e agora percebo que de certeza Cristo lhes dá a força necessária nesta luta interior entre a negação a Jesus para salvar a vida e a certeza de ganhar a Vida deixando-se morrer.

Que o Senhor me fortaleça nestes testemunhos tantas vezes silenciados pelos midia para não abalarem as consciências.

Louvado seja Deus que dá a vida na terra mas, também, porque garante a Vida aos que não tiverem medo de Lhe dar testemunho.

 

publicado por decordovanaturais às 22:23
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O espelho do meu caos interior

São Marcos conta no Capítulo 5º do Evangelho (Mc 5, 1 -20) a libertação de um demoníaco. Neste relato deparamo-nos com várias figuras bem expressivas:

Jesus, o homem possesso e os habitantes da região.

Jesus - ordena aos espíritos impuros para sairem do homem; consente que estes saiam do homem e entrem nos porcos; transforma o possesso em discípulo e envia-o como missionário;

o homem possesso - começa por ser apresentado como vândalo, sem abrigo, incorrigível, doente psiquiátrico, fora da lei; é atraído para Jesus ao mesmo tempo que os demónios contestam o incómodo com a Sua presença; uma vez liberto transformou-se em sincero discípulo de Jesus a ponto de querer ir embora com Ele; ao ser enviado transforma-se em anunciador da Misericórdia do Senhor;

os habitantes da região - foram alertados pelos guardas dos porcos mas não se felicitaram pela cura daquele homem que era um perigo público; expulsaram Jesus pelo medo sentido ao aperceber-se do Seu poder sobre os espíritos malignos e, principalmente, pelos prejuízos económicos com a morte dos porcos.

Uma legião demoníaca dominava aquele homem mas sinto que também, muitas vezes, me domina a mim. Vejo como Jesus me quer libertar dos meus vícios de egoísmo, vaidade, inveja, amor-próprio...

Tal como aquele homem, uma vez curado, também eu sou convidado a transformar-me em verdadeiro discípulo que se compraz em estar sentado ao lado de Jesus, absorvendo a Sua Paz, bebendo o Seu Amor e assim ganhar a vontade de aceitar a ordem de ir missionar.

Mas tal como aqueles habitantes da região me sinto tantas vezes com vontade de expulsar Jesus por me 'prejudicar' nos meus interesses mesquinhos sem me aperceber da Sua Misericórdia e do Seu Amor.

Será no silêncio que poderei querer ser possuído pelo Amor de Deus e liberto dos meus mafarricos.

publicado por decordovanaturais às 10:19
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Sábado, 19 de Janeiro de 2019

Eu e o meio envolvente

 

Cada um de nós está inserido num todo que nos cerca e molda de certo modo.

O meu relacionamento com Deus e com a eternidade seria totalmente diferente se tivesse nascido no seio de uma família judaica, muçulmana ou agnóstica, se tivesse vivido junto com outros amigos, ou tivesse vivenciado situações diferente das que me marcaram.

Tentarei recordar as figuras importantes na minha formação e coisas ou situações que me moldaram.

Oitavo, de nove filhos de um casal católico, tive o privilégio de ser educado e catequizado por Pais, Irmãos e Avós, primeira escola por onde passamos todos e que nos vai guiando vida fora.

O terço diário, em família, antes de jantar, ou o acompanhamento silencioso do avô pelo corredor da casa enquanto rezava a via sacra, as três Avé Marias ao deitar, receita do P. José Ribeiro (mais tarde bispo de Timor) quando fiz a primeira confissão ou o Padre Nosso que rezo antes de dormir, ainda hoje me fazem ver a importância da oração. Lamento talvez que saia um pouco mecanizada e pouco pessoal mas espero que consiga refinar esta subjectivação da oração, numa maior intimidade com Deus, que Lhe peço cada vez com maior insistência por perceber quanta falta me faz.

Todos os dias o P. Clemente Ramos ia lanchar lá a casa antes de dar a bênção do Santíssimo na Igreja do Calvário.

Não seriam necessariamente as conversas tidas comigo, uma criança na altura, mas o que é facto é que recordo a sua figura idosa, curvada e a sua voz calma que meus pais escutavam com tanto prazer e respeito. Foi tão importante para mim que já adulto o fui procurar no Minho para onde se tinha retirado antes de morrer.

Já com uns dez anos, outro sacerdote entrou na minha vida: o P. Monteiro, director na Escola Salesiana de Évora, que me convidou a pertencer aos Cavaleiros da Imaculada. Pouco fazia para além de distribuir o jornal que ainda hoje leio com prazer. Também o encontrei já bastante idoso e quase cego, na Escola do Estoril. Não me lembro o que me terá ensinado mas tínhamos grandes conversas sobre tudo…

Na catequese não posso esquecer a Irmã Mª Inês, com a sua voz doce e paciente apesar da diabrura da criançada e a faixa que colocávamos com tanto brio, da Cruzada Eucarística, bem como os cartões onde se carimbava a frequência das comunhões. Fui encontrá-la, já pai de filhas, em Fátima onde vivia a sua velhice.

No Escutismo desde os 7 anos fiz a minha escola de cidadania e quero recordar as figuras que me marcaram como os chefes Soares, da Alcateia, Botelho, do Agrupamento, Guinapo, do Material, Gonçalves Rodrigues, Chefe Geral (de Lisboa), bem como os assistentes P. Mansos, P. Pereira e P. Paulo. Claro que aí deverei também registar os colegas que foram unha com carne comigo, como o Marco António e os manos Fonseca, lembrando o jornal que editámos: o “Alerta em Évora”, com 3 edições escritas à máquina e um ano ou dois com setencils e já com uma tiragem razoável. Bons tempos.

A oração do escuta ainda hoje é rezada por mim:

"Senhor Jesus ensinai-me a ser generoso,

A servir-vos como vós o mereceis,

A dar-me sem medida,

A combater sem cuidar das feridas,

A trabalhar sem procurar descanso,

A gastar-me sem esperar outra recompensa

Senão saber que faço a vossa vontade Santa.

Amen."

 

Desse tempo não quero esquecer a figura do Cónego Salvador, pároco de S. Pedro, que me deu uma enorme lição sobre o sofrimento aceite com paciência, mais tarde reaprendida com o Papa João Paulo II.

A idade foi contando e recordo que certa tarde o P. Manuel Belo me perguntou num intervalo das aulas no ISESE se queria entrar para um grupo de jovens que se estava a formar. Aí recordo a Cacilda Trindade, a Julinha Fernandes, a Mª José Nogueira, a Célia Tostão, o António Campos e pouco mais que a memória já vai esquecida. Foram os tempos em que se começou a alicerçar a preocupação social a par da religiosa. Participámos no gérmen da CVX – Comunidades de Vida Cristã. Só não me deixavam cantar…

Muito mais tarde comecei a apreciar o P. Augusto da Silva pelo esforço que fez de manter a chama do ISESE, da Revista “Economia e Sociologia” e do Gabinete de Estudos (em que eu participei com o Gabriel Mimoso, o António Ferreira Pinto e o Jacinto Morte, num estudo de rácios económicos para empresas, bem como com o José Luís Vieira de Castro e o Primo Carrapiço).

Fiz parte da Conferência de S. Vicente de Paulo e da JEC, assisti a algumas reuniões do Mundo Melhor de que memorizei o hino pois me incentivou na minha juventude:

Tudo era triste na vida sonhada

Quando se ouviu em mim a voz de Deus.

Então o Amor, em nova madrugada,

Deu luz, sentido e rumo aos sonhos meus.

I

Sempre em sacrifício,

Livre e independente,

Forte para a luta

No meio ambiente,

Alegre na esperança,

Sem medir o amor,

Dar a vida toda

Por um Mundo Melhor.

II

Em todas as horas

Demo-nos as mãos,

Como uma só chama

Pois somos irmãos.

Todos muito unidos

Nunca estamos sós,

Presente está Cristo

No meio de nós.

III

Morrer p’la unidade,

Aventura imensa,

Ver todos a amar-se

Sem mais recompensa.

É então que o sonho

Se torna fecundo:

Somos nós com Cristo

A salvação do mundo.

Coro

Por isso hei-de cantar Aleluia  (3 vezes)

Aleluia! Aleluia! Aleluia!

 

Fui encontrar o P. Manuel Vieira Pinto como então bispo de Nampula e foi aí, e dele, que recebi o sacramento da confirmação em 1973.

Ao voltar a Évora, depois da tropa e do trabalho na Sogerim, em Lisboa, integrei-me com a Alice no Caminho Neo Catecumenal que muito me ajudou a encontrar um prazer no estudo da Biblia. Desse período, que durou cerca de 16 anos, recordo os catequistas Pilar, Miguel, Helena…, mas também o Mons Vicente e o Cónego Lourenço.

Enquanto migrante no Algarve, muito me ajudou o pároco de Santa Luzia, o P. Nabais, com o seu sotaque brasileiro e com os cânticos que eram verdadeiras catequeses para adultos, com a pequena capela sempre cheia.

Enquanto Servita não posso esquecer o P. Morgado, capelão do Santuário de Fátima, para mim um dos mais espirituais pregadores de retiros de doentes, que transmitia toda a sua vida em cada uma das conferências e a todos comunicava Paz.

Leal companheiro do P. Paulo, o P. Miguel Lencastre com a sua mensagem carismática e muito dedicado a Nossa Senhora, Rainha e Mãe três vezes admirável de Schoenstatt induziu em mim a vontade de fazer uma Aliança de Amor com Maria. Ele e sua Irmã Margarida, juntando toda a família, conduziram-nos a Ceuta para entronizarmos na sua catedral a imagem de S. Nuno Álvares Pereira:

“Ai que festa, linda festa,

Como esta não se usou.

A Ceuta, trazer São Nuno,

Foi o que mais agradou.”

(adaptado de um cante alentejano, aquando de uma visita real a Beja)

I

Foi mui bem organizada,

Vista momento a momento.

Fez-se quete e orçamento…

Muitos nomes registados,

Fomos todos convidados,

Pois era uma grande gesta

Combinada com ardor:

Uma Aliança de Amor.

Não há outra como esta,

Ai que festa, linda festa.

II

Em momento de oração

Se lembrou P. Miguel,

Sendo a Maria fiel,

De cumprir esta missão

Rezando pela União.

A esforços não se poupou:

Portugal, Brasil, Angola,

Incluindo este artola,

A seus amigos falou:

Como esta não se usou.

III

Em madeira, e da boa,

Foi fabricada a imagem,

Sem defeito ou dobragem.

E não foi feita à toa,

Em santaria bem boa.

Num espírito forte e uno,

Peregrinos de Maria,

Viemos, como em magia

Num momento oportuno,

A Ceuta, trazer São Nuno.

IV

Não posso nunca esquecer

Esta peregrinação

Nem os amigos de então,

Vindo a reconhecer

Seu sentir e seu saber.

De tudo o que se passou,

Bem comidos, bem dormidos,

Recatados ou atrevidos…

O amor que nos juntou,

Foi o que mais agradou.

O ‘Caldeira’, de Castelo Branco,  22Agosto de 2012

 

Já corri uma vida inteira nesta gesta de recordar.

Talvez não seja pior sublinhar e deixar registada a gratidão para com meus Pais e Irmãos.

Diz meu Pai nos seus versos:

"As saudades que sentimos, /E são medula dos ossos, /

Mostram bem que pertencemos / Àqueles que foram nossos."

Para todos, vivos e mortos, desejo a Paz de Deus.

Afilhado de Nossa Senhora de Fátima, cuja imagem peregrina assistiu ao meu batismo, segundo me contava o P. Paulo, sou servita em Fátima, escravo do Seu Imaculado Coração (e do Sagrado Coração de Jesus) e confrade na Régia Irmandade de Nossa Senhora da Conceição. Que Maria seja minha Mãe, Rainha e Senhora.

publicado por decordovanaturais às 19:02
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Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2018

Super Nani

Nuno Potes Cordovil

Rua do Espírito Santo 2

7000 890 Evora

nunopcordov@gmail.com

266 741485  -   96 6286682 www.decordovanaturais.blogs.sapo.pt

 

Exmo Senhor

 

Director de Programas

SIC

 

Exmo Senhor,

Os nossos parabéns pelo vosso programa Super Nani.

Só vimos o 2º documentário transmitido a 21Jan bem como o debate de hoje, 22Jan.

Fomos pais de 3 filhas e somos avós de nove netos. Graças a Deus na nossa casa nunca se desenvolveram casos de insolência infantil como se verifica com bastante frequência na nossa sociedade contemporânea.

Consideramos que há pais que se demitem do seu dever- direito de educar, o que se traduz em que os filhos percam o sentido de respeito e se tornem verdadeiros tiranos em casa, que extrapolarão depois para a escola e mais tarde para a insubordinação juvenil com drogas à mistura e, quem sabe, produtores de bulingue.

Temem as senhoras técnicas especialistas do Instituto de Protecção de Menores que as imagens das birras possam afectar psicologicamente, até levar ao suicídio, sem focar no orgulho que os mesmos jovens poderão ter por perceberem que conseguiram ser responsáveis graças ao esforço e sacrifício que fizeram ao longo deste programa ( que certamente não se limitará aos nove dias de gravações), juntamente com os restantes membros da família.

O perigo estará, sim, em continuar sem regras. Se o programa Super Nani der ferramentas aos pais para ajudarem os filhos a cumprir as suas obrigações, será uma prova de amor familiar.

Consideramos que o vosso programa será uma ajuda não só para aqueles pais que participaram mas para outros que têm problemas semelhantes, um apoio aos futuros professores e superiores hierárquicos e um verdadeiro orgulho para os filhos que suplantaram a prova.

Diz S. Paulo: Filhos, obedecei em tudo aos vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor. Pais não irriteis os vossos filhos para que não caiam em desânimo. (Col 3, 20 -21). O problema da educação não é só de hoje…

Pela nossa parte, parabéns.

 Gratos pela atenção,

Alice e Nuno Potes Cordovil

publicado por decordovanaturais às 23:20
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Jonas e S. Vicente

Passei este fim-de-semana no Algarve pelo que participei Sábado na Missa, em Stª Luzia, do 3º Domingo do Tempo Comum do ano B e no Domingo, na catedral de Faro, na Solenidade de S. Vicente, padroeiro da Diocese.

Nestas primeiras semanas do tempo comum as leituras interpelam-nos ao ‘chamamento’. Vou tentar assim comparar as respostas de Jonas e de Vicente, ambos desafiados a darem testemunho de fé e a desempenharem ambos a missão profética da denúncia do pecado.

Ler Jon 1, 1 – 15

Jonas, não quis escutar o convite do Senhor e resolveu fugir. “Ah! Senhor! Porventura não é isto que eu dizia quando estava ainda na minha terra? Por isso é que, precavendo-me, quis fugir para Társis, porque sabia que sois um Deus misericordioso e clemente, paciente e cheio de bondade e pronto a renunciar aos Vossos castigos. (Jon 4, 1 – 2). Jonas fugiu pois desejava que a Justiça de Deus fosse infalível mas sabia que a Misericórdia se sobrepunha à Justiça divina.

Em todo o caso o profeta, compreendeu o seu pecado e aceitou o castigo de ser engolido pelo peixe pelo que orou com sinceridade e logo foi vomitado na praia. Vendo-se salvo percebeu que tinha de cumprir a vontade do Senhor e foi para Ninive.

Ler Jon 3, 1 – 10

O profeta  ficou zangado pela Misericórdia de Deus que não se compaginava com a inteligência humana que é vingativa e não entendeu, de imediato,  a resposta do Senhor: Julgas que tens razão para te afligires assim?

Com carinho Deus quer ensinar-nos o Seu modo de pensar para que O imitemos. E foi através de uma simples planta que nasce, cresce e morre.

Ler Jon 4, 5 – 11

Vicente seguiu os ensinamentos do seu bispo e aprendeu que o amor de Deus tem de passar pelo nosso amor, mesmo para aqueles que nos ofendem e maltratam. Deixou-se martirizar em testemunho da Fé pois pensava ser maior o prémio de Deus que o castigo dos homens.

Ler o salmo 121 – O Senhor é o meu auxílio

A vocação de S. Vicente é de facto uma resposta ao convite que Deus lhe fez para O seguir. Uma vocação que não permitiu dúvidas nem senãos.

Saibamos nós, na medida da nossa actividade e no meio em que vivemos, também dar testemunho do nosso Credo. Não tenhamos medo de ir para as periferias anunciar o Evangelho, mesmo que sejamos rejeitados ou mesmo maltratados por Seu Amor.

publicado por decordovanaturais às 15:49
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