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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2012

Alentejo alem água

“Alentejo alem água

Tanta água te levou

Só não me levou a mágoa

Em que me a alma tornou”

    

Margarida Morgado, in “Água pródiga”, 13Mar2002

 

 

Eu era um jovem ainda

Quando fui para o ISESE.

Fixei uma cara linda

Como ainda hoje acontece,

Qual amor que não falece.

De então até hoje trago-a

Gravada no coração.

Numa dor cheia de mágoa,

Barca cheia de ilusão,

Alentejo além água.

 

No final todos saíram

Cada qual para seu buraco.

Uns choraram, outros riram

Urdindo o próprio saco.

Partindo o coco e o caco,

Toda a gente dispersou.

Mas a saudade era tanta

Que a reunir nos chamou.

E para pintares a manta

Tanta água te levou.

 

Te encontrei, Margarida,

Depois de muito correr.

Vejo-te com muita vida

No espelho do teu sofrer,

Mas com Esperança a valer.

Seja a tua vida anágua,

Simples, transparente e pura.

Teu desejo é uma frágua,

Água mole em pedra dura:

Só não me levou a mágoa.

 

Em amores e desamores

Todos andámos cantando.

Chegaram agora as dores,

Todos ficamos chorando,

Uns aos outros perdoando.

Cada qual se encontrou

Consigo próprio, um momento,

E consciente pensou

Neste grande sacramento

Em que me a alma tornou.

 

O ‘Caldeira’, de Castelo Branco, depois de uma chamada do Banco do tempo

sinto-me: em Paz
música: o barro na mão do oleiro
publicado por decordovanaturais às 12:07
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