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decordovanaturais

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22 Jan, 2018

Super Nani

Nuno Potes Cordovil

Rua do Espírito Santo 2

7000 890 Evora

nunopcordov@gmail.com

266 741485  -   96 6286682 www.decordovanaturais.blogs.sapo.pt

 

Exmo Senhor

 

Director de Programas

SIC

 

Exmo Senhor,

Os nossos parabéns pelo vosso programa Super Nani.

Só vimos o 2º documentário transmitido a 21Jan bem como o debate de hoje, 22Jan.

Fomos pais de 3 filhas e somos avós de nove netos. Graças a Deus na nossa casa nunca se desenvolveram casos de insolência infantil como se verifica com bastante frequência na nossa sociedade contemporânea.

Consideramos que há pais que se demitem do seu dever- direito de educar, o que se traduz em que os filhos percam o sentido de respeito e se tornem verdadeiros tiranos em casa, que extrapolarão depois para a escola e mais tarde para a insubordinação juvenil com drogas à mistura e, quem sabe, produtores de bulingue.

Temem as senhoras técnicas especialistas do Instituto de Protecção de Menores que as imagens das birras possam afectar psicologicamente, até levar ao suicídio, sem focar no orgulho que os mesmos jovens poderão ter por perceberem que conseguiram ser responsáveis graças ao esforço e sacrifício que fizeram ao longo deste programa ( que certamente não se limitará aos nove dias de gravações), juntamente com os restantes membros da família.

O perigo estará, sim, em continuar sem regras. Se o programa Super Nani der ferramentas aos pais para ajudarem os filhos a cumprir as suas obrigações, será uma prova de amor familiar.

Consideramos que o vosso programa será uma ajuda não só para aqueles pais que participaram mas para outros que têm problemas semelhantes, um apoio aos futuros professores e superiores hierárquicos e um verdadeiro orgulho para os filhos que suplantaram a prova.

Diz S. Paulo: Filhos, obedecei em tudo aos vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor. Pais não irriteis os vossos filhos para que não caiam em desânimo. (Col 3, 20 -21). O problema da educação não é só de hoje…

Pela nossa parte, parabéns.

 Gratos pela atenção,

Alice e Nuno Potes Cordovil

22 Jan, 2018

Jonas e S. Vicente

Passei este fim-de-semana no Algarve pelo que participei Sábado na Missa, em Stª Luzia, do 3º Domingo do Tempo Comum do ano B e no Domingo, na catedral de Faro, na Solenidade de S. Vicente, padroeiro da Diocese.

Nestas primeiras semanas do tempo comum as leituras interpelam-nos ao ‘chamamento’. Vou tentar assim comparar as respostas de Jonas e de Vicente, ambos desafiados a darem testemunho de fé e a desempenharem ambos a missão profética da denúncia do pecado.

Ler Jon 1, 1 – 15

Jonas, não quis escutar o convite do Senhor e resolveu fugir. “Ah! Senhor! Porventura não é isto que eu dizia quando estava ainda na minha terra? Por isso é que, precavendo-me, quis fugir para Társis, porque sabia que sois um Deus misericordioso e clemente, paciente e cheio de bondade e pronto a renunciar aos Vossos castigos. (Jon 4, 1 – 2). Jonas fugiu pois desejava que a Justiça de Deus fosse infalível mas sabia que a Misericórdia se sobrepunha à Justiça divina.

Em todo o caso o profeta, compreendeu o seu pecado e aceitou o castigo de ser engolido pelo peixe pelo que orou com sinceridade e logo foi vomitado na praia. Vendo-se salvo percebeu que tinha de cumprir a vontade do Senhor e foi para Ninive.

Ler Jon 3, 1 – 10

O profeta  ficou zangado pela Misericórdia de Deus que não se compaginava com a inteligência humana que é vingativa e não entendeu, de imediato,  a resposta do Senhor: Julgas que tens razão para te afligires assim?

Com carinho Deus quer ensinar-nos o Seu modo de pensar para que O imitemos. E foi através de uma simples planta que nasce, cresce e morre.

Ler Jon 4, 5 – 11

Vicente seguiu os ensinamentos do seu bispo e aprendeu que o amor de Deus tem de passar pelo nosso amor, mesmo para aqueles que nos ofendem e maltratam. Deixou-se martirizar em testemunho da Fé pois pensava ser maior o prémio de Deus que o castigo dos homens.

Ler o salmo 121 – O Senhor é o meu auxílio

A vocação de S. Vicente é de facto uma resposta ao convite que Deus lhe fez para O seguir. Uma vocação que não permitiu dúvidas nem senãos.

Saibamos nós, na medida da nossa actividade e no meio em que vivemos, também dar testemunho do nosso Credo. Não tenhamos medo de ir para as periferias anunciar o Evangelho, mesmo que sejamos rejeitados ou mesmo maltratados por Seu Amor.